domingo, 15 de agosto de 2010

A Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria

Pax et bonum!

Mortis, inférni domitríxque culpæ,
ássides Christo studiósa nostri,
teque regínam célebrat poténtem
terra polúsque

(Subjugais a culpa, a morte, o inferno,
vós que assentais, zelosa por nós, junto ao Cristo;
a vós, ó Rainha poderosa, celebram
a terra e o céu.)


Hoje, 15 de Agosto, celebramos a Solenidade da Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria.
A tradição cristã conhece esta celebração com outros nomes: pausatio (pausa), obitu (óbito), transitus (trânsito, passagem), dormitio (dormição), nativitas (natividade, nascimento ), mors (morte), depositio (deposição).

A Assunção - fato

A Sagrada Escritura, como sabemos, nada fala sobre o fim da vida da Virgem Maria. Os últimos fatos são sua presença durante a paixão e morte do Senhor e nas reuniões dos apóstolos no cenáculo:
- "Junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe..." (Jo 19,25)
- "E dessa hora em diante o discípulo a levou para a sua casa." (Jo 19,27)
- "Todos eles perseveravam unanimemente na oração, juntamente com as mulheres, entre elas Maria, mãe de Jesus..." (At 1,14)
O escrito mais antigo em que se encontra algum relato é grego, mas conhecido pelo nome latino De obitu Sanctæ Dominæ (Sobre o óbito da Santa Senhora). A fé na assunção corporal da Virgem é encontrada em textos do séc. IV e V.
Acredita-se que nossa Senhora tenha completado sua corrida, no dizer do Apóstolo das gentes, cerca de 3 a 15 anos depois da Ascensão de nosso Senhor.
Duas cidades alegam ser o lugar da partida da Virgem Maria: Jerusalém e Éfeso. Uma boa síntese, porém, sobre ser Jerusalém (lugar mais aceito pelo senso comum) o lugar do fim da vida da Santíssima Virgem encontra-se nos textos de São João Damasceno (séc. VII~VIII):

São Juvenal, Bispo de Jerusalém, no Concílio da Calcedônia (451), fez saber ao Imperador Marciano e a Pulquéria, que desejavam apropriar-se do corpo da Mãe de Deus, que Maria morreu na presença de todos os Apóstolos, mas que sua sepultura quando aberta, a pedido de São Tomé, foi achada vazia; do que advém que os Apóstolos concluíram que o corpo foi levado para o céu.

Em Jerusalém está a Basílica da Dormição, a cuidado dos monges beneditinos, e o Túmulo da Virgem, próximo ao Getsêmani, a cuidado dos ortodoxos.

Basílica da Dormição
Mosaico na abside da Basílica da Dormição
No livro a frase: Ego eimi to phos tou kosmou ("Eu sou a luz do mundo")
Túmulo da Virgem
Altar na cripta do Túmulo da Virgem

A crença na assunção corporal da Virgem Maria tornou-se, pois, comum no Oriente e no Ocidente.

A Assunção - termo

O termo usado por nós católicos - Assunção - é tradução do latim Assumptio, que significa literalmente aquisição, introdução, adoção, aceitação. Logo difere no sentido do termo Ascensão, do latim Ascensio, que significa progresso, avanço, subida, elevação.
Pode-se dizer que Cristo vivo subiu, por virtude própria, com o corpo e a alma humana, no Paraíso, lugar nunca abandonado por sua divindade. A Virgem Maria, contudo, no sono da morte, foi levada por Deus, não subiu por virtude própria. Agora seu corpo já foi glorificado, já é incorrupto, já ressuscitou!
No Oriente a solenidade ainda hoje é conhecida por Koímesis (do grego Κοίμησις = dormição, sono).
Ícone "E Koímesis tes Theotokou" (A Dormição da Mãe de Deus)
No ícone a Virgem Maria é representada no sono da morte, ladeada pelos Apóstolos, e enfaixada como uma menina nas mãos de Cristo glorioso, rodeado por anjos.

A Assunção - o dogma

Para nós católicos a Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria é uma verdade integrante do depósito da fé. O Dogma foi finalmente proclamado a 1º de novembro de 1950, pelo Papa Pio XII, através da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus. Seguem alguns pequenos trechos interessantes do documento:

Nestes nossos tempos refulgiu com luz mais clara o privilégio da assunção corpórea da Mãe de Deus. (...)
Por um privilégio inteiramente singular ela venceu o pecado com a sua concepção imaculada; e por esse motivo não foi sujeita à lei de permanecer na corrupção do sepulcro, nem teve de esperar a redenção do corpo até ao fim dos tempos. (...)
De fato, sucedeu que não só os simples fiéis, mas até aqueles que, em certo modo, personificam as nações ou as províncias eclesiásticas, e mesmo não poucos Padres do concílio Vaticano pediram instantemente à Sé Apostólica esta definição. (...)
Mas como se tratava de assunto de tanta importância e transcendência, julgamos oportuno rogar direta e oficialmente a todos os nossos veneráveis irmãos no episcopado, que nos quisessem manifestar explicitamente a sua opinião. Para tal fim, no dia 1° de maio de 1946, dirigimos-lhes a carta encíclica "Deiparæ Virginis Mariæ" em que fazíamos esta pergunta: "Se vós, veneráveis irmãos, na vossa exímia sabedoria e prudência, julgais que a assunção corpórea da santíssima Virgem pode ser proposta e definida como dogma de fé, e se desejais que o seja, tanto vós como o vosso clero e fiéis". (...)
Do consenso universal do magistério da Igreja, deduz-se um argumento certo e seguro para demonstrar a assunção corpórea da bem-aventurada virgem Maria. Esse mistério, pelo que respeita à glorificação celestial do corpo da augusta Mãe de Deus, não podia ser conhecido por nenhuma faculdade da inteligência humana só com as forças naturais. É, portanto, verdade revelada por Deus, e por essa razão todos os filhos da Igreja têm obrigação de a crer firme e fielmente. (...)
Desde tempos remotíssimos, pelo decurso dos séculos, aparecem-nos testemunhos, indícios e vestígios desta fé comum da Igreja; fé que se manifesta cada vez mais claramente. (...)
De modo ainda mais universal e esplendoroso se manifesta esta fé dos pastores e dos fiéis, com a festa litúrgica da assunção celebrada desde tempos antiquíssimos no Oriente e no Ocidente. (...)
A Liturgia da Igreja não cria a fé católica, mas supõe-na; e é dessa fé que brotam os ritos sagrados, como da árvore os frutos. (...)
O fato de nunca a Igreja ter procurado as relíquias da santíssima Virgem, nem as ter exposto à veneração dos fiéis, constitui um argumento que é "como que uma experiência sensível" da assunção. (...)
Pelo que, depois de termos dirigido a Deus repetidas súplicas, e de termos invocado a paz do Espírito de verdade, para glória de Deus onipotente que à virgem Maria concedeu a sua especial benevolência, para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e triunfador do pecado e da morte, para aumento da glória da sua augusta mãe, e para gozo e júbilo de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos s. Pedro e s. Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que: a imaculada Mãe de Deus, a sempre virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial.
Pelo que, se alguém, o que Deus não permita, ousar, voluntariamente, negar ou pôr em dúvida esta nossa definição, saiba que naufraga na fé divina e católica.

A Assunção - liturgia

Esta comemoração tem início desconhecido. Todavia é encontrada na liturgia desde o séc. IV. Em algumas regiões era celebrada em janeiro (influência dos cristãos do Egito), como na liturgia galicana (no dia 18) e em outras (influência palestina) em agosto. O imperador de Constantinopla Maurício I, no séc. VI, fixou a festa em 15 de agosto.
Acredita-se que é celebrada em Roma desde o séc. VI, sabendo-se que já era uma das festas principais no fim do séc. VII, sob o Papa Sérgio I. Sua celebração tinha lugar privilegiado na Basílica de Santa Maria Maior.
Atualmente, na Forma Extraordinária do Rito Romano, a Assumptio Beatæ Mariæ Virginis é Festa de 1ª classe, tendo uma Missa de Vigília de 2ª classe no dia 14.
Na Forma Ordinária do Rito Romano, é Solenidade, permanecendo a Missa da Vigília, a ser celebrada antes ou após as I Vésperas da Solenidade.
Diz o Prefácio da Assunção da forma ordinária:

Virgo Deípara hódie in cælos assúmpta est, Ecclésiæ tuæ consummándæ inítium et imágo, ac pópulo peregrinánti certæ spei et solácii documéntum; corruptiónem enim sepúlcri eam vidére mérito noluísti, quæ Fílium tuum, vitæ omnis auctórem, ineffabíliter de se génuit incarnátum.

(Hoje foi assunta aos céus a Virgem Mãe de Deus, início e imagem da vossa Igreja que chega à meta, e prova da consolação e da esperança certa para o povo peregrino, pois não quisestes que ela visse a corrupção do sepulcro, ela que inefavelmente gerou o vosso Filho encarnado, o autor de toda vida.)

Conclusão

Celebremos, pois, com alegria, o que ainda nos resta do dia de hoje, e carreguemos esse júbilo por toda esta semana. Sete dias depois, isto é, no dia 22, será feita a memória do Imaculado Coração de Maria, na Forma Extraordinária, e seria celebrada a memória de Nossa Senhora Rainha, na Forma Ordinária. Normalmente o Domingo terá precedência, mas vale a pena recordar o sentido "mariano" desta semana.

Nomen tuum ita magnificávit Dóminus,
ut non recédat laus tua de ore hóminum.

Assim o Senhor engrandeceu o vosso nome,
para que não se afaste o vosso louvor da boca dos homens.

Referências:

- Liturgia Horarum
- Missale Romanum, 1962
- Missale Romanum, 2002

Por Luís Augusto - membro da ARS

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Bento XVI: ter profundo amor e grande veneração pela Eucaristia

Pax et bonum!

Aproximando-se o dia 15 (Solenidade da Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria e memória devocional de São Tarcísio), publico a notícia do ZENIT com trechos da audiência do Santo Padre desta quarta-feira última.

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Pontífice dedica audiência a São Tarcísio e o ministério dos acólitos

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 4 de agosto de 2010 (ZENIT.org) – O exemplo de São Tarcísio, padroeiro dos acólitos e coroinhas, que deu a vida para proteger a hóstia consagrada, mostra o “profundo amor e a grande veneração que devemos ter pela Eucaristia”.
Foi o que afirmou Bento XVI na audiência geral desta quarta-feira, dedicada a falar sobre a vida deste santo dos primeiros séculos da Igreja, e a explicar a importância do trabalho daqueles que servem ao altar, num dia em que a Praça de São Pedro acolhia cerca de 53 mil jovens, na Peregrinação Europeia dos Acólitos.
O Papa recordou que São Tarcísio (século III), era um menino que “amava muito a Eucaristia e, por vários fatores, podemos concluir que, provavelmente, era um acólito”.
Em tempos de perseguição dos cristãos pelo imperador Valeriano, Tarcísio foi encarregado de levar a hóstia a “outros irmãos e irmãs que aguardavam”. Questionado pelo sacerdote por ser ainda um menino, ele respondeu: "minha juventude será o melhor refúgio para a Eucaristia".
Ao longo do caminho, Tarcísio foi interpelado por um grupo de rapazes, que tentaram tomar aquilo que ele carregava junto ao peito. Houve uma luta feroz, “sobretudo quando vieram a descobrir que Tarcísio era cristão”, explicou o Papa.
Os rapazes espancaram e atiraram pedras no jovem Tarcísio, mas ele não cedeu. Morreu para defender a Eucaristia, sendo sepultado nas Catacumbas de São Calisto.
Segundo Bento XVI, uma “bela tradição oral” conta que “junto do corpo de São Tarcísio não foi encontrado o Santíssimo Sacramento, nem nas mãos, nem entre as suas vestes. Explica-se que a partícula consagrada, defendida com a vida pelo pequeno mártir, tornara-se carne da sua carne, formando assim com o seu próprio corpo uma única hóstia imaculada ofertada a Deus”.
O Papa dirigiu-se então aos acólitos para enfatizar que a Eucaristia é “um bem precioso, um tesouro cujo valor não se pode medir, é o Pão da vida, é o próprio Jesus que se faz alimento, sustento e força para o nosso caminho de cada dia e estrada aberta para a vida eterna; é o maior dom que Jesus nos deixou”.
O pontífice pediu que os auxiliares do altar “sirvam com generosidade a Jesus presente na Eucaristia”.
Segundo o Papa, esta é “uma tarefa importante, que lhes permite estar particularmente próximos do Senhor e crescer na amizade verdadeira e profunda com Ele”. “Guardem com zelo esta amizade em seus corações, como São Tarcísio”.
Anunciem também aos seus amigos o dom desta amizade, com alegria, entusiasmo, sem medo, a fim de que eles possam sentir que vocês conhecem este mistério, que ele é verdadeiro e amado!
Toda vez que vocês se aproximam do altar, têm a sorte de auxiliar o grande gesto de amor de Deus, que continua a querer se doar a cada um de nós, a estar perto, a ajudar, a dar forças para viver bem.
Segundo o Papa, os acólitos têm a sorte de viver próximos do “indizível mistério” em que “aquele pequeno pedaço de pão”, com a consagração, “torna-se Corpo de Cristo”, e “o vinho torna-se Sangue de Cristo”.
Bento XVI pediu “amor, devoção e fidelidade” no desempenho da tarefa do acolitado. Insistiu em que não se deve participar da celebração “com superficialidade”, mas com um cuidadoso preparo interior.
Os acólitos colaboram para que Jesus “possa estar mais presente no mundo, na vida de cada dia, na Igreja e em cada lugar”.
Queridos amigos! Vocês emprestam para Jesus as suas mãos, o seu pensamento, o seu tempo. Ele não deixará de recompensá-los, dando-lhes a alegria verdadeira e a felicidade mais plena”, disse o Papa.

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Por Luís Augusto - membro da ARS

Comentário sobre o Encontro de Belém-PA

Pax et bonum!

Amados, depois de vários comentários à postagem do Encontro de Belém-PA sobre o Motu Proprio Summorum Pontificum (na próxima semana), no Fratres in unum, o Pe. Carlos Augusto (celebrante da Missa na Forma Extraordinária em Belém) postou o seguinte e interessante comentário:


Caríssimos,

Não pretendo aqui entrar em debate, ou questionar a motivação de alguns comentários. Decidi postar este comentário com o objetivo de esclarecer algumas questões que julgo serem convenientes no momento.
Sou sacerdote incardinado na Arquidiocese de Belém. Desde janeiro de 2009 acompanho o grupo N. Sra. de Nazaré, grupo responsável pelo estudo e organização da forma extraordinária do Rito Romano em Belém, fui o primeiro sacerdote da Arquidiocese de Belém a celebrar na forma extraordinária, leve-se em conta que tenho 3 anos de padre e 28 de idade, tarefa essa para a qual fui designado por d. Orani, então Arcebispo de Belém.
Desde que D. Alberto chegou a Belém, tivemos (o grupo da “missa tridentina”) alguns encontros com D. Alberto. S. Excelência sempre se mostrou solícito em relação a celebração da Missa na forma extraordinária e a existência do grupo de estudos.
Sobre a celebração da Missa Pontifical, foi iniciativa do próprio Arcebispo celebrá-la. Ao propormos a visita dos seminaristas do IBP e do Pe. Almir a Belém, sugerimos uma Missa Cantada com a assistência do Sr. Arcebispo. ele imediatamente disse: “Não vou assistir, prefiro celebrar uma Missa Pontifical”.
Nas conversas que temos tido com o Sr. Arcebispo ele têm mostrado profundo conhecimento da liturgia antiga, ainda para quem não sabe, D. alberto é profundo conhecedor do Latim e já na época do seminário era cerimoniário, no período pré-conciliar.
Não vejo dolo na intenção do Sr. Arcebispo de celebrar a missa Pontifical, ele está procurando fazer o que está ao seu alcance. Quem sabe depois dele, outros arcebispos e bispos não começam a manifestar uma maior apoio à correta aplicação do Motu próprio “Summorum Pontificum”.
Só vos peço uma coisa: Louvemos a Deus pelas graças que tem nos concedido e paremos, por um momento ao menos, de procurar chifre em cabeça de cavalo. certas atitudes só atraem confusão e descrédito para todo o movimento favorável a Santa Missa na forma extraordinária do Rito Romano (mesmo que não gostem esse é o modo correto a referir-se a chamada “missa tridentina”).
Não sejamos insensatos, reconheçamos a graça de Deus!

- em relação a palestra do Pe. Almir, fiquem tranquilos, tudo será registrado e oportunamente publicado na web para que todos possam assistir.

Deus abençoe!

Por Luís Augusto - membro da ARS

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Encontro em Belém sobre o Motu Proprio


Pax et bonum!

De 17 a 19 de junho deste ano, em Garanhuns-PE, ocorreu um primeiro encontro nacional sobre o Motu Proprio Summorum Pontificum, com o tema "UM GRANDE DOM ESPIRITUAL E LITÚRGICO PARA TODA A IGREJA". Este encontro foi idealizado por D. Fernando Guimarães, bispo diocesano de Garanhuns.
Na mesma linha surge agora um segundo encontro, em Belém-PA, com o tema: A Igreja e a Missa Tridentina - 3º Ano do Motu Proprio "Summorum Pontificum".
Haverá um palestra no dia 18 (quarta-feira da próxima semana), às 19h, no auditório da Cúria de Belém. E no dia 21 (sábado da próxima semana), Missa Pontifical celebrada por D. Alberto Taveira, arcebispo de Belém e diretor espiritual da RCC no Brasil.
A organização é pelo Grupo Tridentino de Belém.

Pedimos a Deus que abençoe esses encontros, nossos bispos e presbíteros a fim de que trabalhem pela restauração da Sagrada Liturgia em nosso país.

sábado, 7 de agosto de 2010

Novenário da Padroeira da Cidade


Pax et bonum!

"Vossa igreja centenária
com as torres elevadas para o céu
representa o vosso povo -
mãos erguidas em louvores para Deus".

A Paróquia Nossa Senhora do Amparo convida todos os teresinenses para mais um Novenário de Nossa Senhora do Amparo, padroeira de nossa capital, a partir de hoje, dia 07, até o dia 16 (158º aniversário de Teresina).
O Santo Sacrifício será celebrado às 19h, na Igreja Matriz (Praça Marechal Deodoro da Fonseca/Praça Rio Branco - centro), havendo sempre, logo após, um momento de fraternidade, com leilão.
No dia 16, solenidade de Nossa Senhora do Amparo, feriado municipal, haverá a procissão saindo da Igreja de São Benedito às 07h30. Chegando à Matriz, a Santa Missa será celebrada por S. Exa. Revma. D. Sérgio da Rocha, arcebispo metropolitano.

Por Luís Augusto - membro da ARS

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Obras raras sobre a Santa Missa!

Pax et bonum!

Dando uma olhada no conhecido Google Books, admirei-me ao encontrar antigas obras (de séculos), em visualização completa!
Dada a última postagem, sobre o silêncio no Cânon, indico duas obras de autores citados (Bento XIV e Cardeal Bona).
Aos que compreenderem um básico de latim, muito recomendo a leitura!

De Sacrosancto Missæ Sacrificio - edição de 1748
Autor: Papa Bento XIV (Próspero Lambertini)


De Sacrificio Missæ Tractatus Asceticus - edição de 1674
Autor: Cardeal Bona


Por Luís Augusto - membro da ARS