terça-feira, 27 de maio de 2014

ATENÇÃO! Mudança de datas!

Pax et bonum!
Alleluia!
Salve Maria!

Caros irmãos e irmãs, a pedido de pessoas ligadas à organização do IV Encontro Sacerdotal Summorum Pontificum, a quem agradecemos por terem entrado em contato, tiramos a imagem de divulgação.
Fomos informados de que as datas haverão de ser revistas e, para não difundirmos uma informação agora inexata, fizemos a alteração da mesma postagem (esta mesma) que fazia a divulgação.
No aguardo de mais informações e na alegria e esperança da boa e frutuosa realização do Encontro, rezamos e recomendamos que todos rezem.
Mantemos aqui o email para mais informações: summorum2014@gmail.com
Sacerdotes, diáconos, religiosos e seminaristas, preparem as agendas!
Paróquias e associações de fiéis, preparem-se para colaborar com os interessados!

Que o bom Deus, pela intercessão do Servo de Deus Pe. Reus, abençoe mais esta Edição!

sábado, 24 de maio de 2014

Maria, o sol que ilumina o mês de maio

Pax et bonum!
Alleluia!
Salve Maria!

Neste penúltimo sábado do mês carinhosamente dedicado à Ancilla Domini, à serva do Senhor - a Virgem Maria -, queremos publicar a transcrição de um belo texto de 105 anos.
Nestes tempos de um chamado "feminismo" que, na verdade, é misógino e antinatural, dedicamos esta postagem às mulheres.
Obs: os grifos são nossos.

Maio

O espelho reflete fielmente a imagem, tal qual o original; em Maria Santíssima, tem a virgem cristã o modelo por excelência: Regina Virginum.
O perfume que exalam as flores traduz as virtudes que enaltecem a alma verdadeiramente voltada para aquele centro de santa beleza, donde se irradiam as centelhas dos dons celestiais: a rosa é a rainha das flores e a Rosa Mística a Rainha do Céu: Regina Caeli.
O culto a Maria Santíssima começa no coração, manifesta-se pela oração, desdobra-se pelos louvores que do altar sobem aos páramos (Nota: céus, firmamentos) infinitos, acolhendo-os com ternura a Mater purissima: improfícua (= vã, inútil) é, portanto, a veneração que só revela exterioridades, permanecendo estéril o altar da consciência, onde se prostra a alma, templo onde ressoa somente uma voz, que só pode ser ouvida por Deus.
Isso é uma verdade inconcussa (= firme, inabalável), e por isso mesmo parece incrível que a mulher blasfeme contra Maria, o protótipo das virtudes, o espelho de luz cristalina que jamais se apaga.
Só o protestantismo e seitas outras levarão a mulher a um tal abismo, porque a exclusão de Maria é a exclusão de Jesus e, consequentemente, de Deus: logo, perniciosa, funesta é uma tal doutrina, e quem a segue, nada pode esperar de Deus, que é o Criador de todas as coisas.
A verdade é esta: no lar onde não se venera a Maria, com aquele culto que nasce do coração e alimenta-se da oração, da piedade; no lar onde se teme ou proíbe pronunciar o nome de Deus e dAquela que é a Mater amabilis, jamais se gozará dessa alegria que edifica e perdura, [por]que as demais são todas vãs e passageiras, como tudo que nos cerca.
São Boaventura dizia, apontando para o Crucifixo: "Eis o livro onde aprendo o que ensino"; assim, a esposa, a mãe de família, a filha, a virgem cristã, amando a Maria com toda dedicação, venerando-a, não só no recôndito de seu coração, como igualmente nos altares onde se lhe tributa o culto devido, pode dizer: "Eis o livro onde aprendo a prática das virtudes".
Em resumo: Maio é o mês das flores, a Rosa Mística, o Sol que o ilumina; as virtudes, a essência do nardo; Maria Santíssima o Vaso de insigne devoção, Vas insigne devotionis.
Aceitai, ó Mãe Bendita, vo-lo peço, abrigando-me sob o vosso manto protetor; aceitai esta pequena prova de quem vos é todo dedicado, dizendo sem respeito humano: "Eis o livro onde aprendo os caminhos de Deus e a esperar na sua infinita misericórdia".

A. E. S.

Fonte: O Apóstolo - órgão oficial da Diocese. Teresina, Piauí. 9 de maio de 1909. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=408506&PagFis=265.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

"Maria ajudou!" - Um belo testemunho do Servo de Deus Pe. Reus, SJ

Pax et bonum!
Alleluia!
Salve Maria!

Aproveitando ainda este mês, que não somente a devoção popular, mas a espiritualidade católica em geral, com aprovação e exemplo dos seus santos pastores, a começar dos papas, dedica à honra da Santíssima Virgem Maria, e sem descurar que ainda peregrinamos em meio às alegrias do santo Tempo da Páscoa do Senhor, publicamos aqui um testemunho (de forma abreviada) escrito pelo Servo de Deus Pe. Reus (lê-se Róis), em 31 de maio de 1943, aproximando-se os 50 anos de sacerdócio e faltando 4 para o seu descanso eterno.
É da querida Mãe que tudo recebi. Assemelho-me a um dos santuários da Santíssima Virgem, cujas paredes estão repletas de ex-votos, nos quais se lê apenas isto: Por uma graça de Nossa Senhora... Se a mim, em que pese a minha indignidade, coube a honra do sacerdócio, devo-o à Mãe, que reclinou em meus braços o Divino Infante. Se me ufano da roupeta da Companhia de Jesus, é a Maria (Santíssima) que o devo. Maria ajudou. Cada bom pensamento, cada bom propósito, cada ato de amor, foi e ainda é ela que os possibilitou. Sim, Maria ajudou. Leiamos por dentro, leiamos por fora, na alma e no corpo, reparemos sempre que foi Maria quem ajudou. Impressas no coração trago as palavras: Maria ajudou. Trago sobre a língua marcado a fogo: Maria ajudou. Nos meus olhos pode ler-se: Maria ajudou... Esta inscrição durará eternidade adentro, para a glória dela e contentamento do Sagrado Coração de Jesus, a quem fui encaminhado por Maria. Sim, Maria ajudou. Dez, quinze, vinte, mil vezes por dia seu nome santo paira nos meus lábios, pois é tantas vezes que pronuncio os santos nomes de Jesus, Maria e José. Peço que ela me torne santo!
Fonte: BAUMANN, Pe. Fernando. Padre Reus: Grande Biografia. Tradução de Pe. Bruno Rabuske, SJ. Pág. 363. São Leopoldo, RS: UNISINOS, 1987.

Oferecemos este testemunho do venerado Pe. Reus para reflexão dos muitos fiéis que neste ano, e sobretudo neste mês, consagraram-se ao Senhor por Maria, conforme o método de São Luís Maria.

terça-feira, 13 de maio de 2014

O Mês Mariano na Matriz do Amparo há 130 anos atrás...

Pax et bonum!
Alleluia!
Salve Maria!

Encontramos um curioso relato sobre as celebrações alegres e solenes do mês de maio do ano de 1884, na Matriz de Nossa Senhora do Amparo. Nesta época, a cidade e a Matriz não tinham completado ainda seus 32 anos.
O relato encontra-se no periódico A EPOCA, na edição de 07/06/1884. Por ele vemos o zelo e a piedade de nosso povo no que diz respeito às celebrações em honra da Virgem Maria, Mãe de Deus.
Ajude-nos Deus para que não nos falte a preocupação exterior pelo culto e muito menos a imitação das virtudes da clemente, piedosa e doce Virgem Maria.
***

[Transcrição para a grafia moderna]
A ÉPOCA
ÓRGÃO CONSERVADOR
ANO VII, N. 308
PIAUÍ - Teresina, 7 de junho - 1884

SEÇÃO PARTICULAR
O Mês Mariano

ÀS EXCELENTÍSSIMAS CANTORAS DA IGREJA DE NOSSA SENHORA DO AMPARO

Sempre que o regulador público anunciava 7 horas da noite estávamos em frente de uma praça.
Era a praça da "Constituição", o centro oficial teresinense.
Aquela hora tudo ali deslumbrava, tudo atraía, tudo parecia divino e celeste.
Ao oriente, como que mirando-se no grande espelho das águas cristalinas do majestoso Parnaíba, via-se toda cheia de pompa e magnificência uma filha mimosa e dileta da nossa engenhosa arquitetura.
Era a igreja do Amparo,  que se mostrava com todo o seu esplendor.
Ao derredor de seu adro viam-se aqui e ali dispostos simetricamente, viridentes patyseiros (nota: termo desconhecido) com elegantes arcadas, ornadas da mais bela e deslumbrante iluminação.
A um lado dessas arcadas, no vértice do ângulo mais exterior da parte esquerda do templo, em um pequeno coreto decentemente preparado, faziam-se ouvir os doces acordes ou melodiosas sinfonias da banda de música do corpo policial.
A parede da frente da igreja, primorosamente iluminada, devia por força ter muita semelhança com a parte da abóbada celeste habitada pela constelação Órion.
Ali cada um bico de luz representava uma estrela cintilante do brilho e força da formosa Rígel (nota: estrela supergigante azul situada na constelação acima mencionada).
Eis em traços rudes a descrição da parte exterior do templo.
Agora transportemos os umbrais de suas sagradas portas e analisemos ligeiramente o que vemos lá por dentro, onde, ao trescalar do perfume das flores e incenso que ardia no turíbulo, desfazendo-se em ondas de alvacento fumo, girava uma atmosfera impregnada de um hálito puro e santo desprendido de lábios sedutores de donzelas.
Ali o engenho, o artifício e o gosto em tudo se revelavam e tudo transformavam.
Até mesmo as trevas da noite dissipadas pelo clarão das luzes, pareciam querer zombar do rosicler de uma aurora que sorrindo despontasse no meio de um prado revestido de frescas e mimosas boninas (nota: a mesma planta é chamada de boas-noites).
Do coro partiam vozes harmoniosas - verdadeiros cantos angelicais - que, envolvidos em uma atmosfera de perfumes virginais, se elevavam uníssonos aos pés da Mãe de Deus.
É que esses cânticos sonoros, esses cânticos sobrenaturais que tinham a força de pôr em verdadeiro e profundo êxtase centenas de fiéis, fazendo seus espíritos arrebatados errarem pela amplidão do espaço, eram hinos divinais entoados por anjos terrestres em honra de Maria.
Ao terminar a cerimônia religiosa de cada dia, retirava-se o povo para o adro da Igreja, onde aos pálidos raios de um soberbo luar, ao rebumbar dos foguetes e ascensão de balões, reinava um geral contentamento, traduzido pelo riso fugaz que osculava a flor dos lábios de cada um.
No meio daquela animada profusão de moços e moças - flores olentes do adro - ao som do solo de uma linda e bem executada valsa, conversavam e brincavam sempre e discretamente dois amantes apaixonados: - amor e poesia.
Assim correu todo o mês de maio na Igreja de N. S. do Amparo, até que no dia 1o do corrente mês, às 5 horas da tarde, uma solene e pomposa procissão veio terminar a festa.
Ainda aí tivemos de admirar o gosto aprimorado da toilette (nota: espécie de vestido e seus acessórios) das Amparistas.
Seus vestidos, brancos como neve, eram em geral enfeitados de ramos artificiais de flores de laranjeira, tendo a maior parte delas a franzina cintura ligeiramente apertada por um corpinho de azul celeste e transparente, e as espaçosas frontes cingidas com grinaldas de flores de laranjeira.
A uniformidade das toilettes, a boa ordem que sempre reinou, tudo atestava sobejamente a união das Amparistas que, durante o longo trajeto da procissão, auxiliavam-se mutuamente na condução do andor da Santíssima Virgem. Este primava pela beleza e elegância de seus ornatos e podemos garantir que, ao seu gênero, nunca vimos outro tão ricamente preparado.
Agora que vamos terminar a nossa descrição, impõe-nos o dever a rigorosa obrigação de redermos uma homenagem às pessoas que mais concorreram para o brilhantismo e pompa do festejo; desejamos que as nossas palavras, que são um mero preito à verdade, não vão ofender a modéstia dessas mesmas pessoas, por isso que não é esta a nossa intenção.
O Revmo. Sr. cônego Honório Saraiva e as Exmas. cantoras - eis o herói e as heroínas da festa, eis finalmente as pessoas a quem temos a honra de apresentar os nossos respeitos e homenagens.
"E vós, amáveis donzelas, mimosas pupilas do Senhor, perdoai-nos a imprudência que tivemos de sairmos de nossa obscuridade, para vos dedicarmos, sem o vosso consentimento, um instante de nossa vida ignorada".

Junho, 3 de 1884.

Sófocles.


Por Luís Augusto - membro da ARS


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Os passos da reforma litúrgica pós-conciliar - A promulgação da concelebração e da comunhão sob as duas espécies em 1965

Pax et bonum!
Alleluia!

Retomemos nossa série de postagens de documentos e outros textos relativos ao período da Reforma litúrgica que teve início a partir do Concílio Vaticano II.
Nossa última postagem, de dezembro/2013, publicava nossa tradução da Instrução Tres Abhinc Annos (maio/1967), com mais mudanças na Missa.
Há pouco encontramos um outro documento, de dois anos antes: trata-se da promulgação do rito de concelebração e da comunhão sob as duas espécies.
Segue nossa tradução aqui mesmo, por não ser longa.

[Decreto, Protocolo?] Ecclesiae semper
Promulgação dos Ritos da Concelebração e da Comunhão sob as duas espécies
07/03/1965

Sempre que a Igreja esteve engajada na regulação e na reforma da celebração dos sagrados mistérios, ela sempre tomou o cuidado de que os ritos também manifestassem da melhor forma as inexauríveis riquezas de Cristo, que eles contém e que eles comunicam a quem estiver bem disposto, facilitando assim sua impregnação nas almas e nas vidas dos fiéis que neles tomam parte.
Quando está em questão a celebração da Eucaristia, todavia, a Igreja é particularmente atenta a este ponto. Ela organiza e regula as diferentes formas da celebração eucarística de modo que elas possam expressar os vários aspectos do sacrifício da Eucaristia e imprimi-los no fiel.
Em todo tipo de Missa, não importa o quão simples, devem-se encontrar todas as qualidades e propriedades que, por sua própria natureza, formam necessariamente parte do santo sacrifício da Missa. Entre elas, todavia, devem-se notar particularmente as seguintes:
Em primeiro lugar, a unidade do sacrifício da cruz: enquanto a multiplicidade de Missas representa apenas o uno e único sacrifício de Cristo [1] e elas tomam seu caráter sacrifical pelo fato de serem um memorial da imolação cruenta cumprida na cruz, cujos frutos são recebidos por esta imolação incruenta.
Segundo, a unidade do sacerdócio: os sacerdotes que celebram a Missa são deveras muitos, mas são apenas ministros de Cristo, que exerce seu sacerdócio através deles e, para este fim, faz de cada um alguém com quem compartilha seu próprio sacerdócio, de um modo muito especial, por meio do sacramento da Ordem. Segue-se que, quando, singularmente, eles oferecem o sacrifício, todos o fazem pelo poder do mesmo sacerdócio. Eles agem no lugar/pessoa (in persona . . . agunt) do sumo sacerdote, para quem a consagração do sacramento de seu Corpo e Sangue é realizada pelo ministério de um sacerdote tão plenamente como pelo ministério de vários. [2]
Por fim, ação do inteiro povo de Deus aparece com maior clareza. Toda Missa é a celebração daquele sacramento pelo qual a Igreja vive e cresce continuamente [3] e no qual a própria natureza da Igreja é especialmente manifestada. [4] Por esta razão ela é, mais do que qualquer outra ação litúrgica [5], uma ação do povo de Deus inteiro, hierarquicamente organizado, e agindo hierarquicamente.
Essas três características encontram-se em toda Missa, mas elas são mais vividamente aparentes num rito pelo qual vários sacerdotes concelebram a mesma Missa.
Nesta maneira de celebrar a Missa, vários sacerdotes agem junto com uma única vontade e voz, pelo poder do mesmo sacerdócio e no lugar do mesmo sumo sacerdote, juntos eles consagram e oferecem o único sacrifício, em um único ato sacramental, e juntos participam dele.
Consequentemente, quando o sacrifício é assim celebrado, os fiéis tomam parte ativa, conscientes daquilo que estão fazendo, e, como convém a uma comunidade, a principal manifestação da Igreja é realizada [6] - especialmente se é o bispo que está presidindo - em unidade de sacrifício e sacerdócio, em um só ato de ação de graças, em torno de um só altar, com os ministros e o povo santo.
Assim é que o rito de concelebração expressa e inculca vividamente verdades de grande valia para a vida espiritual e pastoral dos sacerdotes e para a formação cristã dos fiéis.
Por estas razões, muito mais do que por considerações meramente práticas, a concelebração do mistério da Eucaristia existiu na Igreja desde a antiguidade, em diferentes formas, e sobreviveu até aos nossos dias, evoluindo de forma diferente tanto no Oriente como no Ocidente.
Foi por estas mesmas razões que os estudiosos da liturgia realizaram pesquisas neste assunto, submetendo pedidos para que a permissão para a concelebração fosse estendida e que o rito fosse reformado.
Finalmente, o Concílio Vaticano II, tendo considerado cuidadosamente o assunto, estendeu a faculdade da concelebração para um número de casos e ordenou a preparação de um novo rito da concelebração, a ser inserido no Pontifical e no Missal Romano. [7] Consequentemente, depois de ter solenemente aprovado e promulgado a Constituição sobre a Sagrada Liturgia, Sua Santidade, o Papa Paulo VI, encarregou o Consilium, incumbido da implementação da constituição, de preparar um rito de concelebração o mais breve possível. Enquanto o rito estava sendo preparado, ele foi várias vezes examinado pelos membros e consultores do Consilium e foi consideravelmente revisado. Enfim, o Consilium unanimemente ratificou-o a 19 de junho de 1964, ordenando que, se o Santo Padre o aprovasse, ele deveria ser experimentado em diferentes partes do mundo e em circunstâncias várias antes de ser definitivamente aprovado.
O Consilim para a Implementação da Constituição sobre a Sagrada Liturgia, de acordo com os desejos do Concílio, também preparou um rito para a administração da Comunhão sob as duas espécies e definiu as ocasiões e a maneira em que o clero, os religiosos e os leigos podem receber a Eucaristia sob as duas espécies.
Por alguns meses foi realizado um certo número de experiências, com excelentes resultados, no que diz respeito aos ritos tanto da concelebração como da Comunhão sob as duas espécies, por todo o mundo. Quando o secretário recebeu os relatórios e os comentários sobre as experiências, ambos os ritos foram submetidos a uma revisão final à luz da experiência adquirida e foram submetidos ao Santo Padre pelo Cardeal Giacomo Lercaro, Presidente do Consilium.
O Santo Padre considerou os dois ritos muito cuidadosamente, com a assistência tanto do Consilium como da Sagrada Congregação dos Ritos, e os aprovou e confirmou, speciali modo, no todo e em cada parte, em virtude de sua autoridade, em audiência com o Cardeal Arcadio Maria Larraona, Prefeito da Sagrada Congregação dos Ritos. E ordenou que fossem publicados e observados por todos a partir da Quinta-feira Santa, 16 de abril de 1965, e acuradamente transcritos no Pontifical e no Missal.

Notas:
[1] Cf. Concílio de Trento, Sessão 23: c. 1.
[2] Cf. S. Tomás de Aquino, Summa Theol., III, q. 82, a. 2, ad 2 e 3.
[3] Cf. Sacrosanctum Concilium art. 26.
[4] Cf. Sacrosanctum Concilium art. 2 e 41.
[5] Cf. Sacrosanctum Concilium art. 26.
[6] Cf. Sacrosanctum Concilium art. 41.
[7] Cf. Sacrosanctum Concilium art. 57 e 58.

Fonte: 

Tradução por Luís Augusto - membro da ARS