domingo, 27 de novembro de 2011

Novo Ano Litúrgico "em direção ao rosto de Deus"



Adveniat regnum tuum!

Em Teresina-PI, o Ano Litúrgico teve início como de costume, nas paróquias. Todavia, num recanto um pouco mais afastado do vai-e-vem cotidiano, no Sítio Santo Inácio, do Colégio São Francisco de Sales (o conhecido Diocesano), dos jesuítas, algumas dezenas de pessoas, na grande maioria jovens, experimentaram uma Liturgia na qual se quis manifestar de maneira clara o sentido vertical.
Nesta Missa, como parte da programação do "Luau com Oz Piradinhos", promovido pelo Projeto de Evangelização Nossa Senhora das Dores, o sacerdote foi o Pe. José de Pinho Borges Filho, coordenador do Setor de Liturgia da Arquidiocese.
Não foi, da parte humana, uma celebração perfeita ou rica em todos os seus detalhes, mas, com amor, fizemos o que esteve a nosso alcance.
Cabe-nos repetir o lema da Banda Católica Oz Piradinhos, já muito conhecida em Teresina e em várias outras cidades do Piauí: "Porque a linguagem da Cruz é Loucura para o mundo" (1Cor 1,18).
Esta foi a linguagem que quisemos manifestar nesta Santa Missa, a primeira, na Forma Ordinária, celebrada com a orientação comum do sacerdote e da assembleia, para a cruz e para o oriente, por um presbítero da Arquidiocese em nossa cidade e, possivelmente, em nosso Estado.
A Missa foi em vernáculo. Os cantos foram em vernáculo, mas com Kyrie, Sanctus e Agnus Dei da Missa de Angelis (considerada mais fácil para o aprendizado, da parte do coro).
Foi utilizado o Cânon Romano sem as aclamações do povo, inseridas na edição brasileira do Missal.
A casula e a estola são do Fr. Francisco Heleno Moreira de Oliveira, OFM.
A este nosso "versus Deum ad orientem", junte-se providencialmente um trecho da meditação de hoje do Santo Padre, no Angelus:
O Evangelho diz: 'Vigiai, pois, visto que não sabeis quando o senhor da casa voltará, se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã, para que, vindo de repente, não vos encontre dormindo' (Mc 13,35-36). O Tempo do Advento vem a cada ano recordar-nos isso, para que a nossa vida reencontre a sua justa orientação, em direção ao rosto de Deus.

Somos gratos aos amigos do Projeto, sobretudo ao Márcio Roberto, que é membro da ARS; gratos ao Pe. José de Pinho, pela boa vontade e disposição, sobretudo por se colocar possivelmente como alvo de tristes críticas de colegas de presbitério, e à Paróquia Nossa Senhora do Amparo, pelo empréstimo de vários itens necessários ao Culto Divino; por fim, gratos a todos que, de uma forma ou de outra, ajudaram na Sagrada Liturgia.
Esperamos ter suscitado no profundo das almas, dos que aí estiveram presentes, neste início de Advento, aquele clamor da Igreja, Esposa de Cristo:

ΕΡΧΟΥ ΚΥΡΙΕ ΙΗΣΟΥ
VENI DOMINE IESV
Vinde, Senhor Jesus!
(Apocalipse 22,20)

Ensaio do coro
Capela, antes da Missa
Chegada do Pe. José de Pinho
Conferindo o material da credência
Procissão de Entrada
Incensação do Crucifixo e do Altar
Ritos Iniciais
Coleta/Oração do Dia
1ª Leitura
Salmo Responsorial
2ª Leitura
Incensação do Evangeliário
Homilia
Oração dos Fiéis
Coro
Ofertório
Incensação do Crucifixo, das Oferendas e do Altar
Incensação do sacerdote
Incensação da assembleia
Elevação do Corpo de Cristo
Elevação do Cálice com o Sangue de Cristo
"Nós vos suplicamos..."
Doxologia
"Eis o Cordeiro de Deus..."
Comunhão de membros do Coro
Comunhão de membros do Coro
Comunhão da assembleia
Abluções
Silêncio sagrado
Oração depois da Comunhão
Procissão final
Procissão final

sábado, 26 de novembro de 2011

No último dia do Ano Litúrgico, umas boas palavras de Pio XII

Viva Cristo Rei!


Hoje, sábado da XXXIV semana "per annum" (= do Tempo Comum), XXIII semana depois de Pentecostes, gostaria de citar algumas palavras da Igreja sobre o Ano Litúrgico.

Normalmente se conhece mais o que o Concílio Vaticano II fala a respeito, no capítulo V da Constituição  Conciliar Sacrosanctum Concilium sobre a Sagrada Liturgia. Por serem menos conhecidas, gostaria de lembrar as palavras de Pio XII, na Encíclica Mediator Dei sobre a Sagrada Liturgia (nn. 137-150), que há 6 dias comemorou seu 64º aniversário.

***

Durante todo o correr do ano a celebração do sacrifício eucarístico e o Oficio divino se desenvolvem sobretudo em torno da pessoa de Jesus Cristo e se organizam de modo tão harmonioso e adequado que faz dominar o nosso Salvador nos seus mistérios de humilhação, de redenção e de triunfo.
Evocando esses mistérios de Jesus Cristo, a sagrada liturgia visa a fazer deles participar todos os crentes de modo que a divina Cabeça do corpo místico viva na plenitude da sua santidade nos membros. Sejam as almas dos cristãos como altares nos quais se repetem e se reavivam as várias fases do sacrifício que o sumo Sacerdote imola; isto é, as dores e as lágrimas que lavam e expiam os pecados; a oração dirigida a Deus que se eleva até o céu; a própria imolação feita com ânimo pronto, generoso e solícito e, enfim, a íntima união com a qual nos abandonamos, nós e nossas coisas a Deus e nele repousamos "sendo o essencial da religião imitar aquele que adoras".
Conforme esses modos e motivos com os quais a liturgia propõe à nossa meditação em tempos fixos a vida de Jesus Cristo, a Igreja nos mostra os exemplos que devemos imitar e os tesouros de santidade que fazemos nossos, porque é necessário crer com a mente aquilo que se canta com a boca, e traduzir na prática dos costumes particulares e públicos o que se crê com a mente.
Com efeito, no tempo do advento, excita em nós a consciência dos pecados miseramente cometidos; e nos exorta a fim de que, refreando os desejos com a mortificação voluntária do corpo, nos recolhamos em pia meditação e sejamos impelidos pelo desejo de voltar a Deus que, só ele, pode com a sua graça libertar-nos da mancha dos pecados e dos males que nos afligem.
Na ocorrência do Natal do Redentor parece quase reconduzir-nos à gruta de Belém para que aí aprendamos que é absolutamente necessário nascer de novo e reformar-nos radicalmente, o que só é possível quando nos unimos íntima e vitalmente ao Verbo de Deus feito homem e nos tornamos participantes da sua divina natureza à qual fomos elevados.
Com a solenidade da Epifania, recordando a vocação das gentes à fé cristã, quer que agradeçamos cada dia ao Senhor por tão grande benefício, desejemos com grande fé o Deus vivo, compreendamos com devoção e profundamente as coisas sobrenaturais e amemos o silêncio e a meditação para poder facilmente compreender e conseguir os dons celestes.
143. Nos dias da Septuagésima e da Quaresma, a Igreja, nossa mãe, multiplica os seus cuidados para que diligencie cada qual por se compenetrar da sua miséria, ativamente se incite à emenda dos costumes, e deteste de modo particular os pecados, suprimindo-os com a oração e a penitência, já que a assídua oração e a penitência dos pecados cometidos nos obtêm o auxílio divino sem o qual é inútil e estéril toda obra nossa. No tempo sagrado em que a liturgia nos propõe as atrozes dores de Jesus Cristo, a Igreja nos convida ao Calvário, a seguir as pegadas sanguinolentas do divino Redentor a fim de que de bom grado carreguemos a cruz com ele, tenhamos em nós os mesmos sentimentos de expiação e de propiciação e juntos morramos todos com ele.
Na solenidade pascal, que comemora o triunfo de Cristo, sente-se a nossa alma penetrada de íntima alegria, e devemos oportunamente pensar que também nós, junto com o Redentor, surgiremos, de uma vida fria e inerte para uma vida mais santa e fervorosa, a Deus oferecendo-nos todos, com generosidade e esquecendo-nos desta mísera terra para só aspirar ao céu: "Se ressuscitastes com Cristo, procurai as coisas supernas, aspirai às coisas do alto".
No tempo de Pentecostes, finalmente, exorta nossa Igreja, com os seus preceitos e a sua obra, a oferecer-nos docilmente à ação do Espírito Santo, o qual quer acender em nossos corações a divina caridade para progredirmos na virtude com maior empenho, e assim nos santificar, como são santos Cristo Senhor e o seu Pai Celeste.
Todo o ano litúrgico, assim, pode dizer-se um magnífico hino de louvor que a família cristã dirige ao Pai celeste por meio de Jesus, seu eterno mediador; mas requer de nós ainda um cuidado diligente e bem ordenado para conhecer e louvar sempre mais o nosso Redentor; um esforço intenso e eficaz, um adestramento incansável para imitar os seus mistérios, entrar voluntariamente no caminho de suas dores, e participar, finalmente, de sua glória e eterna beatitude.
De quanto foi exposto aparece claramente, veneráveis irmãos, quanto estejam longe do verdadeiro e genuíno conceito da liturgia escritores modernos, que, enganados por uma pretensa disciplina mística mais alta, ousam afirmar que não nos devemos concentrar no Cristo histórico mas no Cristo "pneumático e glorificado"; e não duvidam asseverar que na piedade dos fiéis se tenha verificado certa mudança, pela qual Cristo foi como que destronado com o apegamento de Cristo glorificado que vive e reina nos séculos dos séculos, assentado à direita do Pai, enquanto em seu lugar foi colocado o Cristo da vida terrena. Alguns, por isso, chegam ao ponto de querer tirar das Igrejas as imagens do divino Redentor que sofre na cruz.
Mas essas falsas opiniões são de todo contrárias à sagrada doutrina tradicional. "Crê em Cristo nascido na carne - diz santo Agostinho - e chegarás a Cristo nascido de Deus, Deus de Deus". A sagrada liturgia, ademais, nos propõe todo o Cristo, nos vários aspectos de sua vida; isto é, Cristo que é Verbo do Eterno Pai, que nasce da virgem Mãe de Deus, que nos ensina a verdade, que cura os enfermos, que consola os aflitos, que sofre, que morre; que, enfim, ressurge triunfante da morte; que, reinando na glória do céu, nos envia o Espírito Paráclito e vive sempre na sua Igreja: "Jesus Cristo ontem e hoje: ele por todos os séculos".
E, além disso, não no-lo apresenta somente como um exemplo a imitar mas ainda como um mestre a ouvir, um pastor a seguir, como mediador da nossa salvação, princípio da nossa santidade e Cabeça mística de que somos membros, vivendo da sua própria vida.
E assim como as suas acerbas dores constituem o mistério principal de que provém a nossa salvação, é conforme às exigências da fé católica, colocar isto na sua máxima luz, porque é como o centro do culto divino, por ser o sacrifício eucarístico a sua cotidiana representação e renovação, e estarem todos os sacramentos unidos com estreitíssimo vínculo à cruz.
Assim o ano litúrgico, que a piedade da Igreja alimenta e acompanha, não é uma fria e inerte representação de fatos que pertencem ao passado, ou uma simples e nua evocação da realidade de outros tempos. É, antes, o próprio Cristo, que vive sempre na sua Igreja e que prossegue o caminho de imensa misericórdia por ele iniciado, piedosamente, nesta vida mortal, quando passou fazendo o bem, com o fim de colocar as almas humanas em contato com os seus mistérios e fazê-las viver por eles, mistérios que estão perenemente presentes e operantes, não de modo incerto e nebuloso, de que falam alguns escritores recentes, mas porque, como nos ensina a doutrina católica e segundo a sentença dos doutores da Igreja, são exemplos ilustres de perfeição cristã e fonte de graça divina pelos méritos e intercessão do Redentor; e porque perduram em nós no seu efeito, sendo cada um deles, de modo consentâneo à própria índole, a causa da nossa salvação. Acresce que a pia Madre Igreja, enquanto propôs à nossa contemplação os mistérios de Cristo, invoca com as suas preces os dons sobrenaturais pelos quais os seus filhos se compenetram do espírito desses mistério por virtude de Cristo. Por influxo e virtude dele podemos, com a colaboração da nossa vontade, assimilar a força vital como ramos da árvore, como membros da cabeça, e progressiva e laboriosamente transformar-nos "segundo a medida da idade plena de Cristo".

***

- Artigo Christian Calendar, da Catholic Encyclopedia (inglês)

Feliz novo Ano Litúrgico!
Seja-nos Deus favorável neste novo tempo.
Obrigado, Senhor, pelas conquistas e progressos deste Ano que vai passando.
A todos um santo e feliz Advento!

Por Luís Augusto - membro da ARS

sábado, 19 de novembro de 2011

Ofício Divino - Liturgia das Horas: vamos rezar?

Viva Cristo Rei!



Anteontem The New Liturgical Movement (NLM) postou uma citação do Santo Padre, da última audiência (16/11). De fato, foi com essas palavras (tradução livre minha do italiano) que ele concluiu a Audiência, antes das saudações:

Caros amigos, nestas últimas Catequeses tenho desejado apresentar-vos alguns Salmos, preciosas orações que encontramos na Bíblia e que refletem as várias situações da vida e os vários estados de ânimo que podemos ter diante de Deus. Queria agora renovar a todos o convite de rezar com os Salmos, e de acostumar-se com o uso da Liturgia das Horas da Igreja: as Laudes pela manhã, as Vésperas ao anoitecer, as Completas antes de dormir. Nosso relacionamento com Deus só se enriquecerá no caminho cotidiano rumo a Ele e se realizará com maior alegria e confiança. Obrigado.

Assim como Shawn Tribe (do NLM), alegro-me com as palavras do Santo Padre.
De fato, no Folheto Litúrgico Dies Domini, da Paróquia do Amparo (Teresina-PI), tratei da Liturgia das Horas no dia 18/09, citando a Exortação Apostólica Verbum Domini, e no domingo passado (13/11), transcrevendo o os nn. 1 e 2 da Instrução Geral da Liturgia das Horas (IGLH), que segue mais abaixo.

O Concílio Vaticano II, na Constituição sobre a Sagrada Liturgia (nn. 83-85), assim falou:


Jesus Cristo, sumo sacerdote da nova e eterna Aliança, ao assumir a natureza humana, trouxe a este exílio da terra aquele hino que se canta por toda a eternidade na celeste mansão. Ele une a si toda a humanidade e associa-a a este cântico divino de louvor.
Continua esse múnus sacerdotal por intermédio da sua Igreja, que louva o Senhor sem cessar e intercede pela salvação de todo o mundo, não só com a celebração da Eucaristia, mas de vários outros modos, especialmente pela recitação do Ofício divino.
O Ofício divino, segundo a antiga tradição cristã, destina-se a consagrar, pelo louvor a Deus, o curso diurno e noturno do tempo. E quando são os sacerdotes a cantar esse admirável cântico de louvor, ou outros para tal deputados pela Igreja, ou os fiéis quando rezam juntamente com o sacerdote segundo as formas aprovadas, então é verdadeiramente a voz da Esposa que fala com o Esposo ou, melhor, a oração que Cristo, unido ao seu Corpo, eleva ao Pai.
Todos os que rezam assim, cumprem, por um lado, a obrigação própria da Igreja, e, por outro, participam na imensa honra da Esposa de Cristo, porque estão em nome da Igreja diante do trono de Deus, a louvar o Senhor.


Atualmente há as seguintes opções para a Forma Ordinária no Brasil:
- Liturgia das Horas, em quatro volumes completos (média de R$ 115 por volume);
- Oração das Horas, volume único sem Ofício das Leituras e Horas menores (aprox. R$ 90);
- Liturgia Diária das Horas, livretos mensais com Laudes, Vésperas e Completas (assinatura anual por aprox. R$ 80, aprox. R$ 7 cada livreto mensal).

(Elas são facilmente encontradas nas livrarias católicas de Teresina, como Paulinas, São Paulo, Nova Aliança, Pietà e Jesus Vive.)
Pode-se encontrar versões online, incluindo da Forma Extraordinária, na coluna Oremus, na barra lateral (direita do blog).

***

A oração pública e comunitária do povo de Deus é com razão considerada uma das principais funções da Igreja. Daí que, logo no princípio, os batizados “eram assíduos ao ensino dos Apóstolos, à união fraterna, à fração do pão e às orações” (At 2,42). Da oração unânime da comunidade cristã nos dão repetidos testemunhos os Atos dos Apóstolos.
Que também os fiéis se costumavam entregar à oração individual em determinadas horas do dia, provam-no igualmente os documentos da primitiva Igreja. Depois foi-se introduzindo muito cedo, aqui e além, o costume de consagrar à oração comunitária alguns tempos especiais, por exemplo, a última hora do dia, ao entardecer, no momento em que se acendiam as luzes, e a primeira hora da manhã, quando, ao despontar o astro do dia, a noite chega ao seu termo. 
Com o decorrer dos tempos, foram-se ainda santificando pela oração comunitária outras horas, que os Padres viam insinuadas na leitura dos Atos dos Apóstolos. Assim, os Atos falam-nos dos discípulos reunidos [para a oração] à terceira hora [=9h]; o Príncipe dos Apóstolos “sobe ao terraço da casa para orar, por volta da sexta hora [=12h]” (10,9); “Pedro ... e João sobem ao templo, para a oração da hora nona [=15h]” (3,1); “a meio da noite, Paulo e Silas, em oração, entoavam louvores a Deus” (16, 25). 
Estas orações, feitas em comunidade, foram-se progressivamente organizando, até que vieram a constituir um ciclo horário bem definido. Esta Liturgia das Horas, ou Ofício Divino, embora enriquecida de leituras, é antes de mais oração de louvor e de súplica: oração da Igreja, com Cristo e a Cristo.

Instrução Geral sobre a Liturgia das Horas, 1-2

Por Luís Augusto - membro da ARS

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Fotos do Pontifical Solene do II Encontro Sacerdotal Summorum Pontificum

Pax et bonum!

Ontem, na Antiga Igreja da Sé, no Rio de Janeiro-RJ, foi celebrado um Pontifical Solene por D. Fernando Rifan, da Administração Apostólica São João Maria Vianney, por ocasião do II Encontro Sacerdotal Summorum Pontificum.
Como já avisado, o Pe. José de Pinho Borges Filho (coordenador do Setor de Liturgia da Arquidiocese de Teresina) está participando deste encontro, que se encerra hoje.
Várias fotos foram postadas pelo Salvem a Liturgia.
Abaixo colocamos sete, onde é possível ver o Pe. José de Pinho:
Ao lado direito do sacerdote de alva e estola.
Primeiro da fila
Na esquerda, olhando para baixo
Terceiro da esquerda para a direita.

Nas duas fotos, o segundo da direita para a esquerda, na frente
Terceiro (na frente) da esquerda para a direita.
Rezemos para que a participação dele neste Encontro seja favorável à aspiração dos fiéis da Arquidiocese de Teresina e à reta aplicação do Motu Proprio Summorum Pontificum.

Por Luís Augusto - membro da ARS

Ato de consagração do gênero humano a Jesus Cristo Rei

Pax et bonum!


Estamos perto do 86º aniversário da Encíclica Quas Primas (latimportuguês), pela qual Pio XI, sete anos após o fim da Primeira Guerra Mundial e quatorze anos antes da Segunda, instituiu a Festa de Cristo Rei.
Disse ele:

Em virtude de Nossa autoridade apostólica, instituímos a festa de "Nosso Senhor Jesus Cristo Rei", mandando que seja celebrada cada ano, no mundo inteiro, no último domingo de Outubro imediato à solenidade de Todos os Santos. Prescrevemos igualmente que, cada ano, se renove, nesse dia, a consagração do gênero humano ao Coração de Jesus, que já Nosso Predecessor de saudosa memória Pio X ordenara se fizesse anualmente.

O último Domingo de outubro, como data da Solenidade, permanece para o Calendário da Forma Extraordinária do Rito Romano. Com as reformas pós-conciliares, a Solenidade passou para o XXXIV Domingo do Tempo Comum, ou seja, o último Domingo do Ano Litúrgico, portanto, o domingo imediatamente anterior ao I Domingo do Advento.

A reforma do Enchiridion Indulgentiarum (Manual de Indulgências - 4ª ed. em latim e 3ª em português) apresenta este citado Ato de Consagração do gênero humano a Jesus Cristo Rei como oração indulgenciada.
Em comunhão e em obediência a estes dois grandes papas, rezemo-lo neste domingo (o que pode ser proposto aos párocos, vigários e capelães):

Iesu dulcíssime, Redémptor humáni géneris, réspice nos ad altáre (Extra ecclesiam vel oratorium: ante conspectumtuum humíllime provolútos. Tui sumus, tui esse vólumus; quo autem tibi coniúncti fírmius esse possímus, en hódie sacratíssimo Cordi tuo se quisque nostrum sponte dédicat. Te quidem multi novére nunquam; te, spretis mandátis tuis, multi repudiárunt. Miserére utrorúmque, benigníssime Iesu, atque ad sanctum Cor tuum rape univérsos. Rex esto, Dómine, nec fidélium tantum qui nullo témpore discessére a te, sed etiam prodigórum filiórum qui te reliquérunt: fac ut domum patérnam cito répetant, ne miséria et fame péreant. Rex esto eórum, quos aut opiniónum error decéptos habet, aut discórdia separátos, eósque ad portum veritátis atque ad unitátem fídei révoca, ut brevi fiat unum ovíle et unus pastor. Rex esto eórum, quos aut opiniónum error deceptos habet, aut discordia separatos, eósque ad portum veritátis atque ad unitátem fidei revoca, ut brevi fiat unum ovile et unus pastor. Largíre, Dómine, Eccléssiæ tuæ secúram cum incolumitáte libertátem; largíre cunctis géntibus tranquillitátem órdinis; pérfice, ut ab utróque terræ vértice una résonet vox; Sit laus divíno Cordi, per quod nobis parta salus: ipsi glória et honor in sǽcula. Amen.

(Dulcíssimo Jesus, Redentor do gênero humano, lançai sobre nós, que humildemente estamos prostrados diante do vosso altar (Fora da igreja ou do oratório: na vossa presença), os vossos olhares. Nós somos e queremos ser vossos; a fim de podermos viver mais intimamente unidos a vós, cada um de nós se consagra, espontaneamente, neste dia, ao vosso sacratíssimo Coração. Muitos há que nunca vos conheceram; muitos, desprezando os vossos mandamentos, vos renegaram. Benigníssimo Jesus, tende piedade de uns e de outros e trazei-os todos ao vosso sagrado Coração. Senhor, sede rei não somente dos fiéis, que nunca de vós se afastaram, mas também dos filhos pródigos, que vos abandonaram; fazei que estes tornem, quanto antes à casa paterna, para não perecerem de miséria e de fome. Sede rei dos que vivem iludidos no erro, ou separados de vós pela discórdia; trazei-os ao porto da verdade e à unidade da fé, a fim de que, em breve, haja um só rebanho e um só pastor. Senhor, conservai incólume a vossa Igreja, e dai-lhe uma liberdade segura e sem peias; concedei ordem e paz a todos os povos; fazei que, de um pólo a outro do mundo, ressoe uma só voz: louvado seja o coração divino, que nos trouxe a salvação; honra e glória a ele, por todos os séculos. Amém.)

* No Ato, a parte em itálico substitui os seguintes versos, que talvez já tenham sido alterados no tempo de Pio XI:


Rex esto, eórum ómnium, qui in ténebris idololatríæ aut islamísmi adhuc versántur, eósque in lumen regnúmque tuum vindicáre ne rénuas. Réspice dénique misericórdiæ óculis illíus gentis fílios, quæ támdiu pópulus eléctus fuit: et Sanguis, qui olim super eos invocátus est, nunc in illos quoque redemptiónis vitǽque lavácrum descéndat.

(Sede Rei de todos aqueles que se revolvem nas trevas da idolatria ou do islamismo, e não lhes recuseis chegarem à luz do vosso reino. Ponde também os vossos olhos misericordiosos sobre os filhos daquela gente, que outrora foi o povo eleito, e o Sangue, que antes fora sobre eles invocado, desça agora neles como um banho de vida e redenção.)

Concede-se indulgência parcial ao fiel que recitar piedosamente este ato, e plenária quando se recitar publicamente na solenidade de Jesus Cristo Rei.
(Enchiridion Indulgentiarum, Concessiones, 2 - correponde à 27ª da 3ª ed. do Manual)

Para lucrar a indulgência plenária, além da repulsa de todo o afeto a qualquer pecado até venial, requerem-se a execução da obra enriquecida da indulgência e o cumprimento das três condições seguintes: confissão sacramental, comunhão eucarística e oração nas intenções do Sumo Pontífice.
A condição de rezar nas intenções do Sumo Pontífice se cumpre ao se recitar nessas intenções um Pai-nosso e uma Ave-Maria, mas podem os fiéis acrescentar outras orações conforme sua piedade e devoção.
(Manual das Indulgências, Norma 23, Parágrafo 1 e 5)

No mais, recomendamos a leitura completa da Encíclica de Pio XI.

Viva Cristo Rei!

Por Luís Augusto - membro da ARS

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Inicia-se o II Encontro Sacerdotal Summorum Pontificum

Pax et bonum!

Em instantes terá início o II Encontro Sacerdotal Summorum Pontificum, no Rio de Janeiro-RJ.
Ministros ordenados de várias regiões do país (esperamos que de todas elas) estarão reunidos de hoje até sexta-feira (18/11), para se aprofundarem na Liturgia da Forma Extraordinária do Rito Romano.
Manifestamos nossa alegria e desejamos que este obtenha ainda mais êxito que o primeiro.
De modo particularíssimo louvamos e bendizemos a Deus pelo nosso querido Pe. José de Pinho Borges Filho, coordenador do Setor de Liturgia da Arquidiocese de Teresina e pároco da Paróquia Nossa Senhora do Amparo, cuja igreja matriz é a Matriz de Teresina, nossa capital, que viajou para este Encontro, com o patrocínio da Associação Redemptionis Sacramentum.
Para que este Encontro dê muitos frutos por todo o Brasil, nas dioceses e paróquias representadas, e na vida de cada diácono, presbítero e bispo que dele estiver participando, suplicamos a intercessão da Virgem Maria, Senhora Aparecida, e do grande Servo de Deus Pe. João Baptista Reus.

Oremos.
Deus eterno e todo-poderoso, que no seio da Igreja Católica fizestes desenvolver-se organicamente o Rito Romano, para a celebração sóbria e solene dos vossos Sagrados Mistérios, em simplicidade e temor, concedei, nós vos suplicamos, aos fiéis que esperam e desejam, a celebração dos mesmos Mistérios segundo a Forma Extraordinária do Rito Romano, e fazei que tal precioso tesouro seja reconhecido e venerado por pastores e fiéis. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Contagem regressiva para o II Encontro Sacerdotal Summorum Pontificum

Pax et bonum!


Aos amigos leitores do blog pedimos perdão por não termos divulgado antes, como tantos outros na blogosfera católica, o II Encontro Sacerdotal Summorum Pontificum.
Pois bem, de 15 a 18 deste mês (portanto, da terça à sexta-feira da próxima semana), realizar-se-á um Encontro de bispos, presbíteros e diáconos no Centro de Estudos e Formação do Sumaré, no Rio de Janeiro-RJ.
O Encontro será realizado pela Arquidiocese do Rio de Janeiro e pela Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney. O foco do encontro é a Forma Extraordinária do Rito Romano, ou seja, as formas mais antigas da Liturgia que constam nos livros litúrgicos com suas edições típicas vigentes em 1962. 
A programação do Encontro está ótima, com importantes temas nas conferências, momento de formação sobre as rubricas da Missa na Forma Extraordinária, um interessante passeio por igrejas históricas, peregrinação ao Cristo Redentor e um Pontifical Solene. Confiram:

PROGRAMAÇÃO

15 de novembro – terça-feira

15h - Chegada e credenciamento
18h - Santa Missa
19h - Jantar

16 de novembro – quarta-feira

7h30 - Santa Missa
9h00 - Conferência: Aspecto Teológico da Liturgia 
Conferencista: Exmo. Revmo. D. Fernando Arêas Rifan 
(Administrador Apostólico da Administração Apostólica Pessoal S. João Maria Vianney)
10h30 - Intervalo
11h00 - Espaço para perguntas
12h00 - Almoço

14h30 - Prática Litúrgica
Coordenador: Revmo. Pe. Claudiomar Souza 
(Administração Apostólica Pessoal S. João Maria Vianney)
15h30 - Intervalo
16h00 - Conferência: O Motu Proprio Summorum Pontificum e a Instrução Universæ Ecclesiæ à luz do Direito Canônico
Conferencista: Revmo. Pe. José Edilson de Lima 
(Administração Apostólica Pessoal S. João Maria Vianney e Tribunal Interdiocesano e de Apelação do Rio de Janeiro - RJ)
17h00 - Espaço para perguntas
18h00 - Vésperas
19h30 - Jantar
20h30 - Canto gregoriano

17 de novembro – quinta-feira

7h30 - Santa Missa
9h00 - Conferência: O Motu proprio Summorum Pontificum e a Reforma da Reforma querida pelo Papa Bento XVI
Conferencista: Exmo. Revmo. D. Fernando Guimarães
(Bispo Diocesano de Garanhuns-PE e membro do Supremo Tribunal da Signatura Apostólica)
10h30 - Intervalo
11h00 - Espaço para perguntas
12h00 - Almoço

14h30 Visita às igrejas históricas do centro do Rio (Mosteiro São Bento, Candelária, Santa Cruz dos Militares, Lapa dos Mercadores, São José)
18h00 - Solene Pontifical segundo a Forma Extraordinária do Rito Romano
Celebrante: Exmo. Revmo. D. Fernando Arêas Rifan

18 de novembro – sexta-feira

7h30 - Santa Missa
9h00 - Conferência: Mistagogia da Missa na Forma Extraordinária
Conferencista: Revmo. Pe. Claudiomar Souza 
(Administração Apostólica Pessoal S. João Maria Vianney)
10h30 - Peregrinação ao Cristo Redentor
12h00 - Almoço de Encerramento

O primeiro Encontro aconteceu no ano passado, de 17 a 19 de junho, na cidade de Garanhuns-PE, realizado pela Diocese de Garanhuns e pela Administração Apostólica Pessoal S. João Maria Vianney.
Pontifical Solene no I Encontro
É motivo de orgulho para nós, católicos nordestinos, termos sediado este primeiro Encontro, do qual nasceu o CŒTVS SACERDOTALIS SVMMORVM PONTIFICVM.
Pedimos a todos os fiéis que rezem pelo êxito deste Encontro e por uma grande participação, com pastores oriundos de todas as regiões do país. Rezemos pelo nosso clero.
De modo especial pedimos orações pelo Pe. José de Pinho Borges Filho, coordenador do Setor de Liturgia da Arquidiocese de Teresina, que também irá para este Encontro. 
Que sua participação possa, finalmente, dar à Arquidiocese de Teresina a bênção da realização dos desejos do Santo Padre, sobretudo aquele explicitado pela Instrução Universæ Ecclesiæ:
Oferecer a todos os fiéis a Liturgia Romana segundo o Usus Antiquior, considerada como um tesouro precioso a ser conservado.

Por Luís Augusto - membro da ARS

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Paramentos pretos em Lagoa Alegre - PI

Pax et bonum!

Na cidade de Lagoa Alegre-PI, numa forania rural da Arquidiocese de Teresina, na Missa da Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos, o Pe. Bento Aylton da Silva usou paramentos pretos. Talvez tenha sido o único em toda a Arquidiocese.
As fotos estão compartilhadas em álbum no Facebook e tomamos a liberdade de postar algumas.
Que este costume seja mantido e que, em tudo mais, o Pe. Bento ajude a restaurar o ensino da fé, a celebração reverente e o testemunho concreto.







Por Luís Augusto - membro da ARS

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Comemoração de todos os fiéis defuntos, purgatório e paramentos pretos

Pax et bonum!

Hoje, dia 2 de novembro, celebramos a Commemoratio Omnium Fidelium Defunctorum (Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos), que deve ser compreendida junto à solenidade de ontem, no Calendário Romano Geral, e que no Brasil se celebrará ordinariamente no dia 6 próximo (domingo): a Sollemnitas Omnium Sanctorum (Solenidade de Todos os Santos).
Unidas estas duas celebrações proclamam de modo belo o dogma em que tanto dizemos crer: "Credo in... communionem sanctorum" (Creio... na comunhão dos santos).
Seguindo o Calendário Romano, no dia 1º voltamos o olhar para o céu, para a gloria Dei Patris (glória de Deus Pai), onde está também o Espírito Santo e aquele que é o Sanctus, Dominus, Altissimus (Santo, Senhor, Altíssimo): Jesus Cristo. Os santos daqui constituem a Igreja Triunfante, onde estão todos os que já vivem eternamente com a Santíssima Trindade, em visão beatífica, mas apenas em alma.
No dia 2, voltamos o olhar para o purgatório (de purgar, purificar). Lá estão os FIÉIS DEFUNTOS, para os quais muito desejamos requiem æternam (descanso eterno) e lux perpetua (luz perpétua), ou seja, rezamos para que Deus logo as purifique plenamente a fim de que passem para a glória e requiescant in pace (descansem em paz). Os santos daqui constituem a Igreja Padecente, onde estão todos os que temporariamente (por tempo desconhecido ou até a ressurreição da carne) são purificados na alma, para se desfazerem de toda pena devida pelos pecados cometidos.
A regra de ouro, aquela de não desejarmos para os outros o que não queremos para nós, o que também significa solicitude para com o próximo sobretudo em algo que desejamos para nós, é o que nos leva, pela santa caridade, a rezar, a oferecer sacrifícios, sobretudo o Santo Sacrifício, não ÀS ALMAS, mas PELAS ALMAS.
É bom recordar que entre TODOS e DEFUNTOS existe a palavra FIÉIS. Neste dia não estamos rezando pelos condenados, nem querendo tirar do inferno os que lá padecem e padecerão para sempre. Esta acusação injusta e absurdamente infundada fazem-no alguns protestantes.
Pelos textos das Orações Eucarísticas do Rito Romano entendemos esta realidade:

Cânon Romano:
Meménto étiam, Dómine, famulórum famulárumque tuárum N. et N., qui nos præcessérunt cum signo fídei, et dórmiunt in somno pacis. Ipsis, Dómine, et ómnibus in Christo quiescéntibus, locum refrigérii, lucis et pacis, ut indúlgeas, deprecámur. Per Christum Dóminum nostrum. Amen.
(Lembrai-vos também, Senhor, dos vossos servos e servas, que nos precederam com o sinal da fé e que dormem o sono da paz. A eles, Senhor, e a todos os que descansam em Cristo, pedimos que concedais um lugar de refrigério, luz e paz. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)

Oração Eucarística II:
Meménto étiam fratrum nostrórum, qui in spe resurrectiónis dormiérunt, omniúmque in tua miseratióne defunctórum, et eos in lumen vultus tui admítte.
(Lembrai-vos também dos nossos irmãos, que dormiram na esperança da ressurreição, e de todos os falecidos na vossa misericórdia, e admiti-os na luz da vossa face.)

Oração Eucarística III
Fratres nostros defúnctos et omnes qui, tibi placéntes, ex hoc sǽculo transiérunt, in regnum tuum benígnus admítte, ubi fore sperámus, ut simul glória tua perénniter satiémur, per Christum Dóminum nostrum, per quem mundo bona cuncta largíris.
(Os nossos irmãos defuntos e todos os que, tendo-vos sido agradáveis, passaram deste mundo, acolhei benigno no vosso reino, do qual às portas esperamos, para que sejamos também saciados perenemente da vossa glória, por Cristo, nosso Senhor, por quem dais ao mundo todos os bens.)

Oração Eucarística IV
Meménto étiam illórum, qui obiérunt in pace Christi tui, et ómnium defunctórum, quorum fidem tu solus cognovísti.
(Lembrai-vos também daqueles, que morreram na paz do vosso Cristo, e de todos os defuntos, cuja fé só vós conhecestes.)


***

Para algo mais acerca do purgatório, pode-se ler uma catequese de João Paulo II, da audiência de 04/08/1999.

***

Por fim, fotografias de paramentos pretos aos quais tive acesso. O novo movimento litúrgico deseja restaurar o uso desta cor que infelizmente tem caído em desuso. O preto e o roxo sempre podem ser usados em Missas para os fiéis defuntos na Forma Ordinária do Rito Romano (cf. Inst. Gener. Miss. Rom. [2002], 346). Na Forma Extraordinária o preto é usado sempre para estas ocasiões (cf. Rubr. Gener. [1962], 132).



 Estola e casula do Pe. Aristides Andrade Sales (1921-1999), em Museu homônimo, em Itarema-CE.





 

Casula que encontrei na sacristia da Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Demerval Lobão-PI.

Único véu de cálice existente na sacristia da Igreja de Nossa Senhora do Amparo, Matriz de Teresina-PI.

Por Luís Augusto - membro da ARS